Aplicações alternativas de um sistema fotovoltaico na agricultura

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Usina solar com painéis na vertical

A estrutura da Next2Sun, start-up alemã, desenvolveu uma solução para o mercado de energia solar, a estrutura permite painéis bifaciais instalados na vertical para aproveitar a incidência solar durante o dia todo, gerando uma máxima performance durante as horas de alto consumo, do alvorecer ao entardecer.

Gráfico da geração proposta pela empresa

Em comparação com sistemas voltados apenas para o norte, a empresa informa que o rendimento é de até 15% a mais, além de que 90% da área útil do sistema pode ser reaproveitado com outras atividades, como demarcação de pastagens. Dessa forma, a empresa adapta o sistema conforme a operação que for escolhida. O balanço hídrico é quase inalterado e a radiação solar extraída pelo sistema é de aproximadamente 10% a 15%.

A empresa francesa Sun’Agri também desenvolveu uma estrutura inteligente integrada com a vinicultura, o sistema tem por objetivo um sistema duplo que combina na mesma superfície uma cultura e uma estrutura fotovoltaica. Posicionados em altura e controlados de acordo com as necessidades fisiológicas da planta, os painéis fornecem proteção às plantas, modificando o clima acima das plantas e produzindo eletricidade limpa renovável

O espaçamento dos possíveis postes está entre 7 e 9 metros, a fim de manter o espaçamento “padrão” das linhas de plantio e, portanto, a densidade de plantas por hectare, e está a 4 ou 5m acima do solo, permitindo que pequenas maquinas agrícolas se desloquem.

 O sistema é implementado usando a tecnologia de empilhamento de estacas de aço sem impacto na agricultura. Nenhum concreto é instalado, o desmantelamento é facilitado e a poluição do solo é minimizada.

            Além disso, a empresa desenvolveu um software que gerencia o crescimento de cada cultura, controlando a orientação de cada painel para garantir o máximo desenvolvimento de cada planta conforme imagem.  

No Brasil é comum a atividade avícola, com grandes granjas de criação de galináceos, as quais mantem atividade ininterrupta dos animais para rápido giro das criações, e isso é feito com uso de iluminação para que as aves continuem sua alimentação durante a noite, aeradores, nebulizadores ou aquecedores para manter a temperatura amena dentro do aviário. Consequentemente o consumo de energia é alto (consumo médio de 0,4 kwh por ave abatida, segundo o site Avicultura Industrial) e um sistema fotovoltaico pode reduzir o custo com energia substancialmente.

No Brasil é comum a atividade avícola, com grandes granjas de criação de galináceos, as quais mantem atividade ininterrupta dos animais para rápido giro das criações, e isso é feito com uso de iluminação para que as aves continuem sua alimentação durante a noite, aeradores, nebulizadores ou aquecedores para manter a temperatura amena dentro do aviário. Consequentemente o consumo de energia é alto (consumo médio de 0,4 kwh por ave abatida, segundo o site Avicultura Industrial) e um sistema fotovoltaico pode reduzir o custo com energia substancialmente.

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Elaborado pelo graduando em engenharia elétrica Gabriel Barcelos, assistente administrativo na InVolt Energia Solar.